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Coalizão de empresas e ONGs cobra do governo ampliação de meta climática e redução do desmate

08/04/2021

Fonte: OESP - https://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral



Coalizão de empresas e ONGs cobra do governo ampliação de meta climática e redução do desmate
Movimento com mais de 280 representantes de agronegócio, ambiente, finanças e academia enviou carta à gestão Bolsonaro sugerindo ações. 'Brasil só vai receber apoio e parcerias externas por esforços de mitigação como contrapartida a avanços efetivos'

André Borges, O Estado de S.Paulo
08 de abril de 2021

BRASÍLIA - A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, movimento que reúne mais de 280 empresas e instituições representantes do agronegócio, meio ambiente, setor financeiro e academia, envia uma carta (leia na íntegra) nesta quinta-feira, 8, ao governo Jair Bolsonaro para cobrar metas mais ambiciosas em relação ao clima e medidas que enfrentem, efetivamente, o problema do desmatamento ilegal - a gestão atual registra os piores índices da história. O texto aponta seis medidas que podem reposicionar o País na agenda climática, com base em leis e normas que já estão em vigor, como o Cadastro Ambiental Rural.
A coalizão inclui nomes de empresas e instituições como Amaggi, Bradesco, Carrefour, Cargill, Duratex, Gerdau, Imazon, Instituto Ethos, Itaú, Klabin, Santander, Suzano, UBS, Unilever e WWF Brasil, que se uniram neste grupo para pressionar o governo e propor soluções na área ambiental. O assunto será tratado durante evento organizado pelo governo americano, entre os dias 22 e 23 de abril.
Há duas semanas, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, oficializou o convite a 40 líderes internacionais, entre eles Bolsonaro, para participar do encontro que vai debater a pauta climática, por videoconferência. Biden colocou a questão climática no centro de sua política externa e quer usar a reunião para que países cheguem a acordos para a Cúpula do Clima, encontro da Organização das Nações Unidas (ONU) previsto para acontecer em novembro, em Glasgow, na Escócia.
Na carta ao governo brasileiro, à qual o Estadão teve acesso com exclusividade, a coalizão lembra que "o Brasil é considerado um país-chave nos esforços globais para o equilíbrio climático do planeta", mas que, com uma decisão anunciada pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, no fim do ano passado, houve "redução no nível de ambição" - isso torna o País menos atraente para investimentos internacionais e abertura do mercado de carbono. "O Brasil só vai receber apoio e parcerias externas por esforços de mitigação como contrapartida a avanços efetivos na agenda climática. Para tanto, é fundamental o País alcançar uma significativa redução de emissões de gases de efeito estufa, trabalhar pela eliminação do desmatamento ilegal de seus biomas e combater a ilegalidade."
O Brasil é o 6.o maior emissor de gases de efeito estufa do mundo, e a destruição das florestas responde pelo maior volume dessas emissões. Em novembro, Salles praticamente só confirmou as metas que já haviam sido apresentadas pelo governo de Dilma Rousseff em 2015 e condicionou seu cumprimento a uma ajuda financeira estrangeira, o que não tinha acontecido antes.
No Acordo de Paris, o Brasil havia se comprometido em reduzir suas emissões em 37% até 2025, com base em 2010, e indicou que poderia chegar a 43% em 2030. A maior parte dessa redução se daria com o combate ao desmatamento ilegal, que deveria ser zero até 2030. Salles confirmou os 43%, mas disse que isso dependeria de ajuda estrangeira, o que não foi bem visto internacionalmente.
A posição também foi criticada por empresas. "Para nós, o ponto central dessa questão climática é o desmatamento ilegal. Sabemos que 40% das emissões brasileiras vem dessas ações. É o que mais mancha a imagem do Brasil no exterior. Essa é a questão que preocupa as empresas que exportam", disse à reportagem o representante da coalizão, Marcello Brito, que também é presidente do conselho da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). "O Brasil sempre foi um País de excelente imagem, que exportava sustentabilidade. É isso o que queremos resgatar."
Na semana passada, em entrevista ao Estadão, Salles disse que o governo consegue reduzir a devastação da Amazônia em até 40% em 12 meses, mas somente se receber US$ 1 bilhão de países estrangeiros. Sem verba, afirmou que não se compromete com porcentuais. As taxas oficiais de desmatamento observadas nos dois primeiros anos em que esteve à frente do ministério são as maiores desde 2008. A do ano passado foi 47% maior que a observada em 2018.
Na mesma semana, o Departamento de Estado havia convocado jornalistas brasileiros para uma teleconferência, em Washington, com um influente diplomata americano. E o recado foi duro. "Queremos ver coisas tangíveis contra o desmatamento ilegal. E queremos ver uma diminuição real ainda este ano, não esperar cinco ou dez anos." O diplomata disse que o governo americano sabe que a forma de agir é uma decisão soberana do Brasil, mas não descartou eventuais sanções - e deixou claro que financiamento deve estar ligado a resultados.

O Brasil é considerado um país-chave nos esforços globais para o equilíbrio climático. Entre 2004 e 2012, o Brasil fez a maior redução de emissões de gases de efeitos estufa já registrada por um único país, ao reduzir em 80% sua taxa de desmatamento, afirma a coalizão, no documento enviado ao governo. "Este é o momento de os brasileiros retomarem esse protagonismo histórico. Por isso, a Coalizão Brasil reafirma que a ambição do país nessa agenda climática precisa ser expressiva e permanente. Algo importante não somente para a comunidade internacional, mas também para o país consolidar-se como uma das maiores economias do mundo."
Veja abaixo quais são as medidas:
1. Retomar e intensificar ações de fiscalização com uso de inteligência do Ibama, Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e Funai, com responsabilização de ilícitos ambientais e punição de infratores. Nesse sentido, é importante o pleno cumprimento da lei vigente, incluindo a destruição no campo de equipamentos utilizados por criminosos ambientais.
2. Finalizar implementação Cadastro Ambiental Rural (CAR) e suspender registros que incidem sobre florestas públicas promovendo responsabilização por eventuais desmatamentos ilegais.
3. Destinar 10 milhões de hectares à proteção e uso sustentável. Selecionar, num prazo de 90 dias, a partir do Cadastro Nacional de Florestas Públicas, a área que possa ser designada como área protegida de uso restrito e de uso sustentável em regiões sob forte pressão de desmatamento.
4. Conceder financiamentos sob critérios socioambientais. O Conselho Monetário Nacional deve exigir que as instituições de crédito rural e agrícola adotem práticas e critérios mais rigorosos de checagem de riscos ambientais, como a comprovação de ausência de ilegalidade nas propriedades, incluindo a conferência do Cadastro Ambiental Rural e demais requisitos relacionados ao cumprimento do Código Florestal e à sobreposição em terras públicas.
5. Dar total transparência e eficiência às autorizações de supressão da vegetação. Os órgãos estaduais de meio ambiente devem tornar públicos os dados referentes às autorizações de supressão de vegetação. Para tanto, as autorizações devem ser compartilhadas no Sinaflor, do Ibama.
6. Suspender todos os processos de regularização fundiária de imóveis com desmatamento após julho de 2008. Todos os processos de regularização fundiária de áreas desmatadas irregularmente após julho de 2008 devem ser paralisados, até que as áreas estejam plenamente recuperadas, conforme prevê o Código Florestal.

https://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,coalizao-de-empresas-e-ongs-cobra-do-governo-ampliacao-de-meta-climatica-e-reducao-do-desmate,70003674334


Leia carta da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura ao governo e veja quem integra o grupo
Grupo, que reúne mais de 280 representantes de agronegócio, ambiente, finanças e academia, enviou uma carta ao governo do presidente Jair Bolsonaro. Leia o documento
Redação, O Estado de S.Paulo
08 de abril de 2021

A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, movimento que reúne mais de 280 empresas e instituições representantes do agronegócio, meio ambiente, setor financeiro e academia, envia carta nesta quinta-feira, 8, ao governo Jair Bolsonaro para cobrar metas mais ambiciosas em relação ao clima e medidas que enfrentem, efetivamente, o problema do desmatamento ilegal. A gestão atual registra os piores índices da história. O texto aponta seis medidas que podem reposicionar o País na agenda climática, com base em leis e normas que já estão em vigor, como o Cadastro Ambiental Rural.
Leia a carta do grupo:
"Meta climática brasileira deve ser mais ambiciosa: a Cúpula de Clima de abril é uma oportunidade para avançarmos
8 de abril de 2021 - A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, movimento composto por mais de 280 representantes do agronegócio, sociedade civil, setor financeiro e academia, manifesta a importância do governo brasileiro ampliar sua ambição climática durante a Cúpula do Clima, organizada pelo governo americano, entre os dias 22 e 23 de abril.
O clima do planeta está mudando rápido. A reação das nações a essa mudança deve ser ampla, permanente e bem mais ambiciosa. Caso contrário, o aumento da temperatura média do planeta ultrapassará os 1,5o C até o fim desse século criando um cenário climático imprevisível.
O Brasil é considerado um país-chave nos esforços globais para o equilíbrio climático do planeta. E já provou do que é capaz. Entre 2004 e 2012, o Brasil fez a maior redução de emissões de gases de efeitos estufa (GEE) já registrada por um único país, ao reduzir em 80% sua taxa de desmatamento.
Este é o momento de os brasileiros retomarem esse protagonismo histórico. Por isso, a Coalizão Brasil reafirma que a ambição do país nessa agenda climática precisa ser expressiva e permanente. Algo importante não somente para a comunidade internacional, mas também para o país consolidar-se como como uma das maiores economias do mundo. O Brasil tem, neste ano, uma nova oportunidade de ampliar sua ambição e colocar-se à frente das negociações sobre o cumprimento das metas do Acordo de Paris, contribuindo com mecanismos inovadores e disruptivos, urgentes para um mundo pós-Covid 19.
Com a revisão da NDC, em dezembro de 2020, o Brasil indicou uma redução no nível de ambição. Essa sinalização torna o país menos atrativo para investimentos internacionais e mecanismos do mercado de carbono. O Brasil só vai receber apoio e parcerias externas por esforços de mitigação como contrapartida a avanços efetivos na agenda climática. Para tanto, é fundamental o país alcançar uma significativa redução de emissões de GEE, trabalhar pela eliminação do desmatamento ilegal de seus biomas e combater a ilegalidade.
O Brasil é fundamental para o equilíbrio climático do planeta e a conservação da Amazônia pode ser chave para o atingimento das metas globais do Acordo de Paris. É no setor de uso da terra que o Brasil pode fazer grandes contribuições para o clima. Dois terços das emissões nacionais de GEE são oriundas deste setor, tendo como destaque o desmatamento. Sozinho, o desmatamento é responsável por 40% das emissões do país. Esse setor oferece vasto potencial de remoções de carbono, seja por atividades de conservação ambiental, restauração ou de produção agrícola e florestal sustentáveis. Contribui também para a geração de emprego e renda, urgentes na crise econômica que passamos, além de promover segurança alimentar e hídrica. Além disso, pela conservação ambiental em biomas relevantes, podemos evitar futuras e trágicas pandemias como as que vivemos, fruto de zooneses decorrentes da destruição de ecossistemas.
Apesar da clara e crescente preocupação de diversos setores da sociedade, nacionais e internacionais, a perda de florestas no Brasil avança de forma rápida e significativa. É urgente, portanto, que medidas firmes sejam retomadas evitando que um cenário de destruição e fogo se repita ou se agrave em 2021. Para tanto, a Coalizão Brasil considera urgente a implementação das 6 ações para a queda rápida do desmatamento, lançadas em setembro de 2020 e entregues às autoridades. São elas:
- Ação #1: Retomada e intensificação da fiscalização, com rápida e exemplar responsabilização pelos ilícitos ambientais identificados.
Para retomar e intensificar ações de fiscalização é necessário apoiar e ampliar o uso de inteligência e expertise do Ibama, ICMBio e Funai, visando à responsabilização pelos ilícitos ambientais por meio da punição ágil, ampla e eficiente dos infratores. Nesse sentido, é importante o pleno cumprimento da lei vigente, incluindo a destruição no campo de equipamentos utilizados por criminosos ambientais. O uso de tecnologia para a execução dessa ação é também de crucial importância. A retomada da Operação Controle Remoto do Ibama², implementada com sucesso em 2016 e 2017, deve ser fortemente considerada.
- Ação #2: Finalizar implementação Cadastro Ambiental Rural (CAR) e suspender registros que incidem sobre florestas públicas promovendo responsabilização por eventuais desmatamentos ilegais.
Os governos Federal e estaduais deveriam iniciar já a análise dinamizada e validação do CAR, permitindo agilização da implementação de PRAs e CRAs. Alem disso, sua credibilidade fica comprometida com registros sobrepostos, portanto é fundamental suspender, imediatamente, na base de dados do Cadastro (SICAR), os registros sobrepostos às áreas de florestas públicas (unidades de conservação, terras indígenas, florestas públicas não destinadas etc.) listadas no Cadastro Nacional de Florestas Públicas (CNFP) do Serviço Florestal Brasileiro.
- Ação #3: Destinação de 10 milhões de hectares à proteção e uso sustentável.
Selecionar, num prazo de 90 dias, a partir do Cadastro Nacional de Florestas Públicas, de uma área de 10 milhões de hectares que possa ser designada como área protegida de uso restrito e de uso sustentável em regiões sob forte pressão de desmatamento.
- Ação #4: Concessão de financiamentos sob critérios socioambientais.
O Conselho Monetário Nacional deve exigir que as instituições de crédito rural e agrícola adotem práticas e critérios mais rigorosos de checagem de riscos ambientais, como a comprovação de ausência de ilegalidade nas propriedades, incluindo a conferência do CAR e demais requisitos relacionados ao cumprimento do Código Florestal e à sobreposição em terras públicas.
- Ação #5: Total transparência e eficiência às autorizações de supressão da vegetação.
Os órgãos estaduais de meio ambiente devem tornar públicos os dados referentes às autorizações de supressão de vegetação. Para tanto, tais autorizações devem ser compartilhadas no Sinaflor. Isso traria luz sobre o que é legal e ilegal.
- Ação #6: Suspensão de todos os processos de regularização fundiária de imóveis com desmatamento após julho de 2008.
Suspender todos os processos de regularização fundiária de áreas desmatadas irregularmente após julho de 2008 até que as áreas estejam plenamente recuperadas. Quem desmata em área não regularizada comete crimes ambientais e não deve ser beneficiado com a regularização fundiária, conforme disposto no Código Florestal.
A Coalizão Brasil acredita que somente uma maior ambição na agenda climática poderá aumentar os investimentos, a credibilidade e o respeito internacional para com o país, fatores tão necessários no contexto da atual crise social, econômica e de saúde que enfrentamos."
Veja quem integra a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura
1. 100%Amazonia
2. 2Tree
3. Abag - Associação Brasileira do Agronegócio
4. ABBI - Associação Brasileira de Biotecnologia Industrial
5. ABIA - Associação Brasileira da Indústria de Alimentos
6. ABIEC - Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes
7. ABIMCI - Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente
8. ABiogás - Associação Brasileira do Biogás
9. ABIOVE - Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais
10. ABPMA - Associação Brasileira dos Produtores de Mogno Africano
11. Abrapalma - Associação Brasileira de Produtores de Óleo de Palma
12. Agência Ambiental Pick-upau
13. Agenda Pública
14. Agrícola Arariba Ltda
15. Agrícola Conduru
16. Agroflor Engenharia e Assessoria em Gestão Empresarial Ltda
17. Agroicone
18. Agropalma
19. Agrosatélite Geotecnologia Aplicada
20. AgroTools
21. AIPC - Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau
22. Alter Comunicação
23. AMA Brasil - Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil
24. Amaggi
25. Amata
26. Ambientale Ativos Florestais Ltda
27. Amda - Associação Mineira de Defesa do Ambiente
28. Animal Equality Brasil
29. APREC Ecossistemas Costeiros
30. Apremavi
31. Arapar Participações
32. ARPEMG - Associação de RPPN de Minas Gerais
33. Árvores Centenárias
34. Asboasnovas
35. Associação Brasileira de Estudo das Abelhas
36. ATA Consultoria
37. Atina - Indústria e Comércio de Ativos Naturais Ltda.
38. Atrium Forest Consulting
39. Audsat Sensoriamento Remoto Ltda
40. Aventuras Produções e Edições Educativas
41. Banco Alfa
42. Brasil EcoCiência
43. BASF S/A
44. Bayer
45. Bela Vista Florestal
46. Belem Bioenergia Brasil
47. Belterra Agroflorestas
48. Bem Comunicar
49. Bichara Advogados
50. Biofílica
51. BiomTec - Biomassas e Tecnologia
52. BioRevita
53. Black Jaguar Foundation
54. Bowline Capital Partners
55. Bradesco
56. BRF
57. BRFLOR
58. Brookfield
59. BTG Pactual
60. BvRio - Bolsa de Valores Ambientais
61. Canal Rural
62. CAPIN (Centro de Estudos Agroambientais de Pindorama)
63. Carbonext
64. Cargill
65. Carrefour
66. Cartica Management, LLC
67. CASH Advogados
68. Cause
69. CBKK - Propósito de Bem-Estar e Conservação
70. CDP
71. Cebds - Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenv. Sustentável
72. CEGAFI - FUP/UnB
73. Cenibra
74. Centro de Sensoriamento Remoto (CSR) da UFMG
75. Chipsafer
76. CHS do Brasil
77. CI - Conservação Internacional
78. CitrusBR - Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos
79. Climate Policy Initiative / Núcleo de Avaliação de Políticas Climáticas da PUC-Rio
80. CME Group - Brasil
81. CMPC Celulose Riograndense Ltda
82. CNRPPN - Confederação Nacional de Reservas Particulares do Patrimônio Natural
83. Complexo Pequeno Príncipe
84. Conserve Brasil
85. Cooperenges - Cooperativa de Trabalho de Engenharia, Serviços e Consultoria Ltda
86. Corredor Ecológico do Vale do Paraíba
87. CPFL Renováveis
88. CRIA - Centro de Referência em Informação Ambiental
89. Crível Comunicação
90. Danone
91. DDSA Advogados
92. Diálogo Florestal
93. Duratex
94. Earth Innovation Institute
95. ECCON Soluções Ambientais
96. Ecofuturo
97. EcoSecurities
98. Editora Horizonte
99. EDLP - Estação da Luz Participações Ltda.
100. Eldorado Brasil Celulose S/A
101. EloGroup
102. Envolverde
103. EQAO
104. Etel Carmona
105. Eucatex
106. FAS - Fundação Amazonas Sustentável
107. FAU - Agricultura e Meio Ambiente
108. Fauna & Flora International
109. Fazenda do Futuro
110. FBDS - Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável
111. FIA - Fundação Instituto de Administração
112. Firmenich
113. FLAP Novos Negócios, Consultoria e Treinamento
114. Fórum Clima
115. FREPESP - Federação das Reservas Ecológicas Particulares do Estado de São Paulo
116. FSC Brasil
117. Fundação Avina
118. Fundação de Apoio à Pesquisa do Corredor de Exportação Norte
119. Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza
120. Fundação Jupará de Cultura e Ecologia
121. Fundação Renova
122. Fundo JBS pela Amazônia
123. Futuro Florestal Ltda.
124. GCN Advogados
125. GEFAS - Grupo de Gestão de Fauna Silvestre
126. Geodireito
127. Geplant
128. Gerdau
129. GITEC Brasil Consultoria Socioambiental
130. GND
131. GPA
132. Green Forest - Consultoria e Assessoria Ambiental
133. Green Nation
134. Grupo Boticário
135. Grupo Lorentzen
136. Grupo Pau Campeche
137. Grupo Plantar
138. GTA - Grupo de Trabalho Amazônico
139. GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável
140. GVces - Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP
141. Guayaki Yerba Mate Brasil
142. Humana Brasil - Povo para Povo
143. IABS - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade
144. IAUB - Instituto Agenda Urbana Brasil
145. Ibá - Indústria Brasileira de Árvores
146. IBS - Instituto BioSistêmico
147. ICLEI - SAMS
148. ICV - Instituto Centro de Vida
149. IDESAM - Instituto de Conserv. e Desenv. Sustentável do Amazonas
150. IDS - Instituto Democracia e Sustentabilidade
151. IGT - Instituto Governança de Terras
152. Imaflora
153. Imazon
154. Iniciativa Verde
155. Inpacto - Instituto Nacional Para Erradicação do Trabalho Escravo
156. INPRA - Instituto Internacional de Pesquisa e Responsabilidade Socioambiental Chico Mendes
157. Insper Agro Global
158. Instituto Abraço
159. Instituto Akatu
160. Instituto Alana
161. Instituto Arapyaú
162. Instituto Auá de Empreendedorismo Socioambiental
163. Instituto Clima e Sociedade
164. Instituto Conexões Sustentáveis - Conexsus
165. Instituto Coruputuba
166. Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)
167. Instituto de Inclusão Cultural e Tecnológica - Tecnoarte
168. Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT
169. Instituto Ecológica Palmas
170. Instituto Ekos Brasil
171. Instituto Escolhas
172. Instituto Espinhaço - Biodiversidade, Cultura e Desenvolvimento Socioambiental
173. Instituto Ethos
174. Instituto Humanize
175. Instituto Igarapé
176. Instituto Inhotim
177. Instituto Internacional de Educação do Brasil - IEB
178. Instituto Internacional para Sustentabilidade
179. Instituto Itapoty
180. Instituto Jatobás
181. Instituto LIFE
182. Instituto Perene
183. Instituto SIADES - Sistema de Informações Ambientais para o Desenvolvimento Sustentável
184. Instituto Sul Mineiro de Estudos e Conservação da Natureza
185. Instituto Terra
186. Instituto Terroá
187. IPAM - Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia
188. IPE - Instituto de Pesquisas Ecológicas
189. Itaú Unibanco
190. JBS
191. Kaeté Investimentos
192. Klabin
193. Laboratório Cenergia COPPE/UFRJ
194. Laboratório de Ecologia da Intervenção LEI/UFMS
195. Laboratório de Ecologia de Paisagens e Conservação IB/USP
196. Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais Lagesa/UFMG
197. Machado Meyer Advogados
198. Maker Brands
199. Maraé
200. Marfrig Global Foods
201. Mater Natura - Instituto de Estudos Ambientais
202. Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados
203. Mauá Capital
204. Melhoramentos Florestal
205. MOV Investimentos
206. MundoGEO
207. National Wildlife Federation - NWF
208. Natura
209. NEA/Economia/Unicamp
210. NELM Advogados
211. Neocert
212. Nestlé
213. Nexus Socioambiental
214. Observatório da Agricultura de Baixa Emissão de Carbono
215. Oela
216. Organização de Conservação da Terra - OCT
217. Pacto pela Restauração da Mata Atlântica
218. Pangea Capital
219. Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia e Centro de Inovação do Cacau
220. Partner Desenvolvimento
221. Partnerships For Forests - P4F
222. P&B Comunicação
223. Pensa-FIA Centro de Conhecimentos em Agronegócios
224. Pinheiro Neto Advogados
225. Pires Castanho Advogados | Consultoria Ambiental
226. Piza
227. Plante Chuva
228. Plant-for-the-Planet Brasil
229. Plantio Brasil
230. Precious Woods
231. PRIMA - Mata Atlântica e Sustentabilidade
232. Proactiva
233. Proforest Brasil
234. Projeto Manuelzão UFMG
235. PTA Internacional
236. Pure Brasil
237. Rabobank Brasil
238. Rainforest Business School - Programa Amazônia em Transformação - IEA/USP
239. RAPS - Rede de Ação Política pela Sustentabilidade
240. Rede Brasil do Pacto Global
241. Rede Mulher Florestal
242. reNature
243. Reservas Votorantim Ltda
244. Rizoma Agro
245. Roda de Ideias
246. Rotta e Moro Advogados | Assessoria Jurídica Ambiental
247. RSB - Roundtable on Sustainable Biomaterials
248. Rumo S.A.
249. Santander
250. Santiago & Cintra Consultoria Ltda
251. Save Cerrado
252. Secovi-SP - Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo
253. Seiva Consultoria em Meio Ambiente & Sustentabilidade
254. Silcon Ambiental
255. Sintecsys
256. Sinapsis
257. SIS - Soluções Inclusivas Sustentáveis
258. Sneek Timber
259. Social Carbon
260. Sociedade de Investigações Florestais (SIF/UFV)
261. S.Oleum Brasil
262. Solidaridad Network
263. Souto Correa Advogados
264. SR4 Soluções Ltda
265. STCP Engenharia de Projeto LTDA
266. Suzano
267. TFA - Tropical Forest Alliance
268. Themudo Lessa Advogados
269. Thymus Branding
270. TNC - The Nature Conservancy
271. Toledo Piza Consultoria Ambiental
272. Transparência Internacional - Brasil
273. Trench Rossi Watanabe Advogados
274. Tropical Flora Reflorestadora Ltda.
275. UBS
276. UICN - União Internacional para a Conservação da Natureza
277. UNICAFES - União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária
278. Unilever
279. Veirano Advogados
280. Veracel
281. Vicente & Maciel Advogados
282. Viveiro Carobinha
283. Viveiro Muda Tudo
284. Way Carbon
285. WeForest
286. WestRock
287. WRI Brasil - World Resources Institute
288. WWF Brasil
289. Youagro
290. Youth Climate Leaders

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